Abstract
Através da análise de aspectos fundamentais da Mecânica dos Solos dos Estados Críticos, mostra-se que o uso do conceito de coesão efectiva é uma fonte de confusões, pois não só dá indicações erradas quanto ao modo como os solos resistem às tensões deviatóricas, como origina nomenclaturas para os solos que não ajudam a clarificar esta questão. Em particular, mostra-se que na abordagem da resistência mecânica o papel atribuído à coesão efectiva deve ser substituído pelo desempenhado pela dilatância.