Abstract
Nada é tão enobrecedor como ensinar e aprender. A nobreza reside na consciência, está no encontro com o outro, está na disponibilidade que é criada para si e para o outro e está sobretudo no comprometimento que se tem consigo mesmo e com o outro. O outro como o rosto, como memória e como um “outro eu”. Isto é o que ensinar e aprender nos oferece e nos sugere. Ter a noção de que todo o acto de ensinar é essencialmente um processo de aprender, de aprendizagem e de dar a possibilidade de interrogar-se sobre o aprendido e sobre aprendizagem. O objectivo deste artigo é de reflectir sobre a hermenêutica do aprender; o que chamamos aprender e como acontece.
Open public full textRights: ALLOWED · cc-by · Source: journal-auto-sync:external:CROSSREF_ISSN