Abstract
Este artigo traz a experiência de um grupo masculino que surge de um feminino, nos referimos aos Irmãos Azuis que descendem das Irmãs Azuis. Esta realidade é inusitada frente ao que encontramos em Congregações religiosas femininas. A partir da história da trajetória dos grupos religiosos, entendemos quem são estes que "querem ser como elas" a partir de suas relações, interações e processo formativo que se modificam pelas questões que envolvem poder e gênero.
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