Abstract
A utilização de retalhos de pele para a cobertura de lesões é melhor opção do que o enxerto
de pele, considerando-se a heterogeneidade do leito receptor após a ressecção do tumor
e a maior segurança oferecida. Para melhor resultado devem ser levados em consideração
também o local e a extensão da lesão, além da segurança da vascularização. Foram realizadas
três ressecções com diferentes técnicas de cobertura. Os pacientes apresentaram excelente
evolução, sem necroses ou deiscências.