Abstract
Apresentou-se à consulta um paciente masculino de 74 anos, portador de uma mancha
hiperpigmentada junto à borda palpebral inferior esquerda, com cores variadas, entre diferentes
matizes de marrom; a biópsia confirmou o diagnóstico de lentigo maligno. A
sua localização na borda palpebral é rara. Há alguma divergência na literatura quanto ao
melhor método para seu tratamento. Opções terapêuticas não cirúrgicas, como o imiquimode,
têm sido apresentadas bem como diferentes variantes no manejo cirúrgico e nas
margens requeridas. No caso descrito, optou-se por manejo com margens conservadoras,
preservando-se a funcionalidade da área.