Abstract
A psoríase é uma doença inflamatória crônica, caracterizada pela aceleração da renovação dos queratinócitos, resultando em lesões cutâneas eritematosas e escamosas. A fisiopatologia da psoríase envolve a ativação anômala das células T, levando à amplificação da resposta inflamatória. A prevalência da psoríase varia de 2% a 3% da população global, afetando principalmente indivíduos de ascendência europeia. A doença é poligênica, com fatores desencadeadores ambientais, como infecções e estresse, desempenhando papel importante. O manejo da psoríase inclui tratamentos tópicos e sistêmicos, mas as terapias biológicas surgem como uma abordagem mais eficaz e segura, com inibidores de citocinas como TNF-α, IL-17 e IL-23 mostrando alta eficácia. Embora as terapias biológicas sejam promissoras, desafios como custo e necessidade de monitoramento a longo prazo permanecem. A revisão integrativa analisou 10 estudos e confirmou a eficácia superior das terapias biológicas em comparação com tratamentos tradicionais, especialmente na melhora da qualidade de vida dos pacientes, apesar de riscos associados à imunossupressão. A personalização do tratamento e a combinação com outras terapias são estratégias promissoras para otimizar os resultados clínicos, destacando a necessidade de intervenções terapêuticas precoces e contínuas.